Friday, August 21, 2026

Popular Music in Southeast Asia: Banal Beats, Muted Histories

 

 

From the 1920s on, popular music in Southeast Asia was a mass-audience phenomenon that drew new connections between indigenous musical styles and contemporary genres from elsewhere to create new, hybrid forms. This book presents a cultural history of modern Southeast Asia from the vantage point of popular music, considering not just singers and musicians but their fans as well, showing how the music was intrinsically bound up with modern life and the societal changes that came with it. Reaching new audiences across national borders, popular music of the period helped push social change, and at times served as a medium for expressions of social or political discontent.

 

Bart Barendregt (Author),  

Peter Keppy (Author),  

Henk Schulte Nordholt (Author)  

 

 

 






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1 comment:

  1. Eu ainda me lembro que numa aula da disciplina chamada Citopatologia Clínica Aplicada, você estava falando com a Julia Agnes Souza da Silva, que aquele era o seu jaleco como farmacêutica. Eu olhei aquilo e pensei:

     

    E o seu jaleco como FDP está onde?

     

    Quer dizer, passou colando em cálculo para farmácia usando o Photomath, me abandonou em orgânica 1. Agora você vai se formar como farmacêutica como se não tivesse feito nada de errado. Eu sei tudo sobre você. Eu achei o seu perfil no currículo lattes e artigo científico, que você publicou quando fazia IC na Fiocruz:

     

    http://lattes.cnpq.br/3528188041134518

     

    https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12393758/

     

    Aquela disciplina foi uma palhaçada só. O Vinicius Gomes Gandini conseguiu o gabarito da prova com alguém da atlética de farmácia e passou na disciplina com nota 10. O Cai Hermes Medeiros participou dos atos de vandalismo no CCS, junto com os membros do DCE Mário Prata. Teve uma vez, que o professor resolveu não cobrar presença, então a Fernanda Teixeira Moura estava na faculdade e quando descobriu que o professor não iria cobrar presença. Ela foi embora para casa.

     

    Segundo que a Fernanda Teixeira Moura e o Cai Hermes Medeiros fazem parte do CAFAR. 

     

    A Isabella Mourão Machado Valle também fazia parte daquela turma. A Isabella me expulsou de todos os grupos de esportes da atlética de farmácia, sem eu nem sequer ter postado uma mensagem. A Isabella fez isso depois que a Emanuelly Boechat Canto de Jesus mandou ela fazer isso. A Emanuelly já se formou como farmacêutica e a Isabella continua na UFRJ. O Guilherme Rehem Pereira também me expulsou do grupo de torcida da atlética de farmácia. Quando eu perguntei o motivo dele ter me expulsado do grupo. Ele me bloqueou sem sequer me responder. Se eles queriam que eu saísse do grupo. Era só me pedir para sair. Não precisava me tratar feito bicho e me expulsar do grupo. Sem eu sequer ter postado uma mensagem. 

     

    Depois que o Guilherme de Sousa Barbosa ameaçou me bater mesmo sem eu ter feito nada contra ele. Vocês junto com a Ana Clara Gomes de Oliveira e a Ana Carolina Vieira Metello foram fazer queixinha sobre mim na coordenação da farmácia. Por causa dessa queixinha. Algum FDP da coordenação da farmácia da UFRJ vazou as minhas informações pessoais para uma pessoa que nem me conhece e que já concluiu o curso de farmácia. Se esse FDP morasse aqui na minha rua. Os traficantes já teriam mandado ele subir até a boca de fumo. Os traficantes não gostam nada de gente, que faz as coisas para sacanear os outros. Em frente a minha casa funciona um ferro velho clandestino, que fornece material furtado para os traficantes construírem barricadas. 

     

    A vida é boa para quem faz iniciação científica. Para quem não faz só resta à morte. Eu não vou perder a minha bolsa

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